A Caixa Econômica Federal anunciou na última quarta-feira (12) novas modalidades de crédito para pessoas jurídicas no setor imobiliário, além da redução dos juros em parte das operações. O objetivo, segundo o banco, é fomentar a construção civil
O banco passará a
permitir que empresas do setor possam obter empréstimos usando os indexadores
IPCA (Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo) e CDI (Certificado de
Depósito Interbancário).
Segundo a Caixa, as taxas de todas as novas modalidades representam uma redução em relação aos percentuais cobrados hoje (embora, no futuro, os indexadores possam subir e fazer o custo aumentar). As condições entrarão em vigor hoje, segunda-feira (17).
Os novos indexadores
estarão disponíveis para dois produtos. O primeiro é o Apoio à Produção (com
imóvel ainda na planta), que permite o financiamento do custo total da obra e
possibilita aos clientes pessoa física o financiamento para comprar a unidade
desde o início da construção do empreendimento.
Outra modalidade é o
Plano Empresa, que permite o financiamento de clientes pessoa física a partir
da execução de 80% do empreendimento.
As taxas mínimas serão de
IPCA mais 3,79% ao ano, CDI mais cupom de 1,48% e 119% do CDI. Já nas operações
indexadas à TR (taxa referencial), já existentes, as taxas mínimas baixarão de
TR mais 9,25% para TR mais 6,5%.
A Caixa já tinha reduzido
ao longo do ano passado as taxas para pessoas físicas. Pedro Guimarães,
presidente da Caixa, disse que as medidas, um pedido das construtoras,
aquecerão a demanda no setor.
Ele considera o movimento
como fundamental para preparar o mercado para um passo seguinte, o da securitização
do crédito imobiliário. As condições existentes hoje são consideradas um
entrave para a medida pela falta de segurança acerca da TR, que pode mudar de
patamar conforme uma “canetada” do governo.
“A TR é uma taxa que
ninguém sabe o que vai acontecer. E quando você tenta securitizar pela TR,
ninguém compra”, disse. “A partir do momento que pudermos fazer as operações
pelo IPCA, temos uma garantia muito mais efetiva para o mercado”, afirmou.
O movimento também é
necessário, segundo Guimarães, para que haja um reforço na captação de recursos
voltados ao setor imobiliário. A poupança, grande financiadora do setor, tem
tido saques recordes nos bancos com a queda da Selic e a consequente menor
remuneração.
“Acreditamos que no
médio prazo tem que haver fontes de financiamento que vão além da poupança.
Pode ser uma securitização. Mas a Caixa vai buscar novas fontes de
financiamento além da poupança”, disse.
Guimarães reconhece que o
IPCA pode apresentar um novo risco (de inadimplência, por exemplo) devido a sua
volatilidade. Mas ele e os demais executivos afirmam que o banco fez simulações
de cenário sobre a inflação e as considerou para a formulação das novas
modalidades, tornando mais rígidas as condições no fechamento das (como na avaliação
de renda da pessoa).
Ele ainda contestou as
preocupações em torno do IPCA dizendo que o próprio indexador da TR, existente
hoje, já representa um risco para os contratos. “Não vejo, nessas discussões,
que a TR também vai aumentar. Se houver descontrole inflacionário, haverá
penalização na TR”, disse.
Para o cliente, o risco dessa volatilidade não deve acontecer na modalidade prefixada (que não flutua conforme a variação de indicadores), prevista para ser anunciada pela Caixa na semana que vem. “Você tem riscos na TR, no IPCA e, no caso do pré, o cliente não vai ter esse risco”, disse.
Palestrantes e debatedores das
áreas econômicas, política, regulatória, tecnológica, jurídica, ambiental e de
controle apresentarão painéis gerais e específicos.
A capital federal sediará no
próximo mês de maio o 92º Encontro Nacional da Indústria da Construção (ENIC),
ano em que a cidade completa 60 anos. A expectativa é de que o evento, que será
realizado de 13 a 15 de maio, no Centro de Eventos e Convenções Brasil 21,
reúna cerca de 2 mil participantes do país e do exterior para tratar do tema ‘O
Futuro em Construção’. Inscrições podem ser feitas no site do 92º.
“Brasília, pela proximidade com
os Poderes Executivo, Legislativo e Judiciário, certamente nos trará maior
eficiência na discussão das questões do setor”, ressalta o presidente da CBIC,
José Carlos Martins.
Nos três dias, o mais importante
fórum de debates da agenda nacional da indústria da construção discutirá temas
e tendências que vão impactar todas as empresas e profissionais do setor.
Palestrantes e debatedores das
áreas econômicas, política, regulatória, tecnológica, jurídica, ambiental e de
controle apresentarão painéis gerais e específicos, com assuntos diversificados
ao longo dos três dias, cada um com um tema específico.
No dia 13 de maio, por exemplo, o
foco dos debates será ‘Impulsionando o Emprego’. Já nos dias 14 e 15/05,
‘Unindo Forças’ e ‘Prototipando o Futuro’, respectivamente.
Realizado pela CBIC, o 92º ENIC
conta com a correalização da Associação de Empresas do Mercado Imobiliário do
Distrito Federal (Ademi-DF), da Associação Brasiliense de Construtores
(Asbraco) e do Sindicato da Indústria da Construção Civil do Distrito Federal
(Sinduscon-DF).
Confira a programação e efetue
sua inscrição, com preços promocionais, no site do evento.
Mais informações sobre passagens
e hospedagens podem ser obtidas com Sérgio ou Jéssica, da agência de viagens,
pelo telefone (31) 2515-4815 ou e-mails sergio@certaviagens.com.br e
certa@certaviagens.com.br.
O Conselho Regional de Corretores de Imóveis da 8ª Região (CRECI/DF) orienta a todos os profissionais imobiliários do DF, em principal aos que possuem unidades fechadas, para que fiquem alerta sobre os possíveis focos criadouros do mosquito Aedes aegypti, transmissor da dengue.
É preciso adotar medidas simples para eliminar o
mosquito:
Os principais cuidados:
Área interna:
Tampe os tonéis e caixas d’água;
Mantenha as calhas sempre limpas;
Deixe garrafas sempre viradas com a boca para
baixo;
Mantenha lixeiras bem tampadas;
Deixe ralos limpos e com aplicação de tela;
Retire água acumulada na área de serviço.
Retire a água do vaso sanitário e do
reservatório.
Área
externa
Cubra e realize manutenção periódica de áreas de piscinas e de
hidromassagem;
Limpe ralos e canaletas externas;
Atenção com jardim: bromélias, babosa e outras plantas que podem acumular
água;
Deixe lonas usadas para cobrir objetos bem esticadas, para evitar
formação de poças d’água;
Verifique instalações de salão de festas, banheiros e copa.
O mosquito é de fácil identificação: parece muriçoca, mas não é! O mosquito da dengue é pequeno, de cor preta com manchas brancas em todo o corpo, patas e costas. O inseto pica durante o dia e apresenta fotofobia, por isso é recomendado abrir portas, janelas e cortinas para a luz entrar. Repelentes e inseticidas ajudam a afugentar o mosquito.
De acordo com a Secretaria
de Estado de Saúde do DF (SES/DF), “A dengue é uma doença febril aguda. Os
principais sintomas são febre alta, náusea, vômito, manchas avermelhadas pelo
corpo, dor de cabeça, dor no corpo, dor em volta dos olhos e sinais de
sangramento”.
O mosquito Aedes aegypti é também o vetor de outras doenças causadas por vírus, como zika, chikungunya e febre amarela.
O Sindicato da Habitação do Distrito Federal (SECOVI/DF) divulgou o Boletim de Conjuntura Imobiliária referente ao mês de dezembro de 2019. Todos os apartamentos de locação e comercialização considerados na amostra são seminovos ou antigos, ou seja, não há nenhum lançamento presente no cálculo dos índices.
Vale ressaltar que as regiões definidas na delimitação de Brasília foram Asa Sul, Asa Norte, Lago Sul, Lago Norte e Sudoeste. A amostragem foi feita a partir de levantamento de dados de imobiliárias que atuam no Distrito Federal.
No mês de dezembro/2019 foram analisadas 69.496 unidades residenciais e 13.338 comerciais.
Na categoria de imóveis residenciais, 68,04% da amostra é composta por apartamentos (15,43% para a locação e 84,57% ofertados para venda) e 31,96% são de casas (91,1% para comercialização e apenas 8,9% para locação).
Já em relação aos imóveis comerciais, 66,66% da amostra é composta por salas (42,12% para comercialização e 57,88% destinadas à locação) e 33,34% por lojas (41,60% para venda e 58,40 % para locação).
Em dezembro, o Índice de Rentabilidade Comercial apresentou seus maiores valores nas categorias de lojas no Setor de Indústria (1,65%), Vicente Pires (1,22%) e em Sobradinho (1,17%). Os menores valores, por sua vez, foram observados nas salas também no Setor de Indústria (0,20%), Brasília (0,47%) e nas lojas do Riacho Fundo (0,47%).
Por fim, o Índice de Rentabilidade Residencial apresentou seus maiores valores nas categorias de casas com 2 dormitórios em Brasília (1,29%), Gama (1,19%) e em Sobradinho (1,10%). Já os menores valores foram registrados nos apartamentos com 3 dormitórios na região do Gama (0,34%), Sobradinho (0,34%) e nas casas com 4 dormitórios no Guará (0,35%).
Confira, em anexo, a íntegra da pesquisa ou em sua versão comercial (resumida).
O marketing imobiliário é a oportunidade para conquistar seus clientes, afinal a grande parte da população Brasileira quer fugir do aluguel, não é mesmo?
É claro que muita gente, em primeiro lugar procura estabilidade financeira, e depois sim,a compra de um imóvel e consequentemente a realização de um sonho.
Mas para que isso realmente aconteça, algumas empresas do mercado imobiliário, oferecem vantagens para os seus clientes.
Cada vez mais, voltadas para o avanço do país e de olho nos consumidores, construtoras, imobiliárias e empresas de crédito imobiliário, oferecem produtos e serviços para a população.
Por meio de ações de marketing, é que a divulgação acontece. É claro, a concorrência é grande, por isso investir no marketing imobiliário é o divisor de águas para essas empresas.
Se você é empresário do ramo imobiliário, corretor de imóveis ou está apenas começando, esse artigo lhe interessa.
Vamos seguir em frente?
O que é marketing imobiliário?
O marketing imobiliário é a maneira que um profissional do nicho imobiliário encontra para expandir os seus negócios.
Através de um conjunto de ações e estratégias, que um profissional de marketing qualificado, consegue atrair a atenção de clientes potenciais.
As tendências são apenas os insights, além disso é preciso saber o que o cliente precisa, ou seja, despertar uma experiência positiva é uma tarefa um tanto desafiadora.
O fato é, que o mercado está repleto de consultores e empresas de imóveis. Ainda mais, depois do avanço da internet, o cenário mudou, aumentando a concorrência no mercado imobiliário.
Isso exige das empresas que atuam no setor a encontrar soluções inovadoras.
Embora, os consultores e agentes imobiliários tem o seu papel importante no processo de compra do imóvel, a procura para a compra On-line está cada vez mais comum.
Por isso, concentrar a atenção no mercado digital é algo a se considerar.
Se você ainda não está na internet, está perdendo esse jogo.
O que é marketing digital imobiliário?
Essa é a nova realidade do mercado digital, por meio de ações de comunicação na internet, empresas e startups do nicho imobiliário, divulgam e comercializam seus produtos.
O marketing digital imobiliário passa por várias etapas, desde o briefing inicial até a concretização da compra do imóvel.
São inúmeras as estratégias aplicadas no marketing digital, a mais comum é a publicação e compartilhamento nas redes sociais.
Mas não basta só isso, é preciso elaborar um plano de marketing estratégico.
Dessa maneira, aumentando a credibilidade do seu negócio e o interesse dos compradores que estão ansiosos em finalizar a aquisição do imóvel.
Saiba que o mercado é abrangente, e com as dicas de marketing que vamos disponibilizar nesse artigo, ajudarão nas suas estratégias.
Dicas de marketing imobiliário
Em primeiro lugar, buscar dicas de marketing digital e fazer marketing on-line, já não é novidade pra ninguém.
Isso mesmo, basta fazer uma pesquisa aqui, uma pergunta lá, e logo você encontrará a resposta.
Então você pode me perguntar!
Mas o que realmente funciona hoje na internet?
Eu vou te responder com uma outra pergunta! Você já sabe como encontrar clientes na Internet?
Digamos que, se você buscar no Google por marketing imobiliário, logo encontrará blogs com dicas de marketing.
Mas isso não basta! Se quero uma definição de marketing imobiliário, preciso de algo que seja o guia completo.
Então vamos lá! Será que você procura algo como isso?
Guia de marketing digital imobiliário 2020
1- Criar um site
Para criar um site, você pode utilizar várias plataformas, entre elas, o WordPress, uma ferramenta que além de ser gratuita, oferece a opção de um painel interativo.
Mas antes que você me pergunte, como instalar o WordPress, devo dizer que existe um processo a ser realizado.
Antes de criar o site, você precisa registrar o domínio do site,ou seja, o endereço que vai levar o usuário para sua página na internet.
Existem órgãos responsáveis para registrar o domínio do site, a minha sugestão é que você procure o auxílio de um profissional de TI em todo o processo de registro.
O profissional de TI vai garantir que o registro do site e a delegação de dns seja realizada da maneira correta.
Existem técnicas específicas e recomendadas que garantem que todo o processo seja concluído com êxito.
Eu costumo dizer: O corretor de imóvel sabe como vender uma casa!
Já o profissional de SEO, sabe como fazer a sua marca ser reconhecida na internet.
É importante estar seguro no procedimento de criação de um site, é nesse momento que uma equipe de profissionais entram em ação.
Em todos os momentos, a sincronia entre o programador, SEO, designer, consultor de marketing e copywriter deve ser considerada.
Mesmo que hoje existam os curiosos, a expertise de um profissional eleva o grau de competência e qualidade do serviço prestado.
2- Criar um blog
Não basta ter um site lindo para o seu negócio imobiliário, saiba que um dos principais fatores de ranqueamento está no conteúdo disponibilizado no seu site.
Você precisa entender, que o blog traz benefícios para os seus clientes.
Uma experiência positiva fará que o seu cliente retorne outras vezes para o site.
São estratégias de marketing de conteúdo, que irá determinar o sucesso e alavancar o tráfego orgânico do seu site.
Claro! Você vai precisar da ajuda de um redator, os artigos devem ser desenvolvidos com clareza e autoridade de quem entende do assunto.
Não basta apenas sair escrevendo um artigo de maneira desordenada, é necessário ter conhecimento do que se fala no blog.
E não para por aqui!
Criar um blog, ajuda em SEO (Search Engine Optmization), principalmente se você pretende ser encontrado nos mecanismos de busca.
Lembre-se de atualizar o seu site, isso vai manter os seus visitantes.
3- Email Marketing
O e-mail marketing é uma estratégia por correio eletrônico, através da utilização do e-mail como ferramenta de marketing direto.
Essa é uma estratégia muito funcional, mas é preciso respeitar as regras e normas estabelecidas.
Uma ferramenta completa, que ajuda na divulgação do seu negócio além de criar um público segmentado.
Uma maneira prática de se comunicar com cliente, sem precisar agendar um horário.
Agora é preciso saber que, para fazer uma campanha de e-mail marketing, o uso de ferramentas de envios simultâneos de e-mails, facilita a gestão e a comunicação.
4- Perfil nas redes sociais
Com certeza você já tem um perfil nas redes sociais, seja ele no Facebook ou no Instagram. Portanto saiba que, a grande maioria e principalmente os seus concorrentes, também já estão lá!
Mas uma coisa é certa, as redes sociais são ótima ferramentas para encontrar pessoas e conversar com elas.
Tenho visto muita gente compartilhando publicidades todos os dias em postagem orgânicas.
Você sabia que o Facebook não dá mais relevância para os seus posts comerciais não monetizados?
A onda em postar uma propaganda de maneira orgânica no Facebook e viralizar, acabou!
Com as mudanças de algoritmo, a cada dia vai ser mais difícil conseguir clientes de maneira orgânica.
Saiba que o marketing é um jogo, por isso, ou você sabe jogar ou está na hora de contratar um time de especialista em marketing.
Se você precisar de ajuda, temos aqui na Agência uma equipe que sabe como elaborar a estratégia certa.
5- Definir o público alvo
Você já sabe qual é o cliente ideal para o seu negócio?
Se você quer fazer marketing imobiliário da maneira certa, é preciso definir qual o foco do marketing.
Ou seja, qual é o cliente que estou procurando?
Vendedores
Locatários
Compradores de imóveis
Identificar para quem você quer vender é fundamental, além de segmentar o cliente, é possível definir uma imagem mais clara do marketing.
Não é difícil identificar o cliente alvo, faça uma pesquisa de mercado e também converse com pessoas interessadas.
Logo você saberá, que existem pessoas interessadas no seu produto e serviço.
5- Proposta de venda
Imagine! Eu chego até você e ofereço um plano de marketing, porém, eu não tenho uma proposta pré-definida.
Logo você vai pensar! “Esse vendedor é despreparado e não entende do assunto.”
É exatamente esse o ponto de vista, um vendedor que não tem uma proposta de venda organizada, deve buscar auxílio.
Elaboramos propostas comerciais em PDF para nossos clientes, de maneira que eles se sintam tranquilos em todo o processo de negociação.
É preciso ser o diferencial, então, o que você pode oferecer que o seu concorrente não pode?
Nem sempre é o preço, isso não é o fator principal para fechar um negócio.
O valor para a perspectiva de um cliente está na personalidade determinada através do vendedor, com isso gerando a expectativa positiva do cliente.
6- Facilite o contato
As suas informações de contato devem estar nas páginas do site, do mesmo modo, nas redes sociais.
Não se esqueça de solicitar ao seu programador uma plataforma de CRM, assim vai facilitar a maneira de sua equipe cadastrar os clientes.
As plataformas de CRM, além do cadastro de clientes, disponibiliza módulos de análise e avaliação de desempenho da equipe comercial.
Se você ainda não tem uma plataforma de CRM instalada no seu site, nos procure, podemos indicar a mesma solução que usamos para nossos clientes.
7- Experiência do usuário
Esse é um conceito novo no marketing imobiliário, se você ainda não sabe como os clientes buscam as informações, fique atento!
As marcas estão cada dia mais preocupadas com a experiência e a navegação em sites, blogs e redes sociais.
Por isso, projetos focados no visual e usabilidade, define com eficiência como os usuários navegam em um site e ou página na internet.
Além disso, os dados estruturais e a arquitetura das informações, deixam suas páginas organizadas.
Eu disse no início do artigo, não basta ter um site lindo, é preciso mais que isso.
O marketing imobiliário deve estar de acordo com os padrões e normas estabelecidas.
Existem regras e técnicas como o fluxo de interação, que vai ser o GPS para o usuário se localizar no site.
Além disso, vai ajudar o cliente a decidir qual é o próximo passo a seguir.
Mas para que isso aconteça, o conteúdo disponibilizado deve ser relevante, assim o usuário vai ter um boa experiência e ficar no seu site.
Não se esqueça de conversar com o seu cliente, existem ferramentas para sites, como os chat-bots de atendimento que auxiliam no marketing de relacionamento.
Logo então você vai conquistar a atenção do usuário, e o engajamento será maior.
Pense agora! E se o cliente precisar de ajuda?
O suporte para o cliente é o diferencial no marketing digital, por isso a recomendação é estar disposto a falar com usuário.
Os atendentes devem ser treinados para ajudar e cooperar, com isso a experiência do usuário se torna agradável.
Conclusão
Esse é um guia um pouco mais completo, porém o campo de trabalho é maior. Como você viu, fazer marketing imobiliário é uma maneira de divulgar a marca na internet.
Mas não é só isso, a geração de leads vai ajudá-lo a encontrar o cliente certo.
Não se esqueça que um bom plano de marketing passa por várias etapas.
Tanto o marketing offline quanto o marketing online, planejar é preciso!
O governo planeja vender R$ 3 bilhões em imóveis da União em 2020. A meta era alcançar R$ 1 bilhão em 2019, mas as alienações ficaram em R$ 180 milhões ao fim de dezembro.
Dentre os 465 imóveis a serem colocados à disposição de compradores desta vez, estão 60 apartamentos funcionais em Brasília. Também está na lista o edifício “A Noite”, no centro do Rio de Janeiro.
Fernando Bispo, secretário de coordenação e governança do patrimônio da União do Ministério da Economia, afirmou que até o momento o governo vendeu R$ 18 milhões em imóveis em 2020.
“A gente optou por fazer [principalmente] depois do Carnaval, por imaginar que o mercado imobiliário não estaria aquecido no começo do ano”, afirmou.
A venda dos imóveis está sob o guarda-chuva do secretário especial Salim Mattar, de Desestatização, Desinvestimento e Mercados. A pasta também é responsável pelo processo de privatização de estatais.
Segundo Bispo, o principal entrave para alcançar a meta está ligado ao correto registro dos imóveis. No ano passado, disse, esse problema dificultou os planos do governo para a área.
A expectativa dele é que uma MP (Medida Provisória) enviada ao Congresso no fim de dezembro agilize o processo. As vendas devem contar com participação do BNDES (Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social) em parte da carteira.
De acordo com o Ministério da Economia, há potencial para levantar R$ 36 bilhões até o fim de 2022 com a venda de imóveis da União.
Bispo afirma que os recursos levantados vão para o Tesouro Nacional e geram resultado primário (que não considera pagamento de dívidas).
Tomaram posse na tarde desta segunda-feira, dia 10 de fevereiro
de 2020, a Diretoria que estará à frente da Associação dos Conselhos e Ordens
de Profissões Regulamentadas do Distrito Federal, ASCOP-DF para o biênio
2020/2021. Foram definidos, também, os nomes dos conselheiros que irão compor a
diretoria pelos próximos dois anos, com o comando do presidente do CRECI/DF,
Geraldo Nascimento. (veja lista abaixo).
Ao tomar posse, o novo presidente destacou o desejo e a
responsabilidade de prosseguir com o bom trabalho da antiga diretoria e de
assumir o lugar de pessoas de muita competência. “Vamos seguir na consolidação
do Conselho com que sonhamos: com trabalho bem feito, com valorização do das
entidades que compõe a Associação e, sobretudo, com ética”, pontuou.
Em parte do discurso Geraldo pontuou que terá muito trabalho a principalmente para impedir o avanço da pauta que tramita no Congresso Nacional, denominada de PEC 108 “Como todos sabem esta matéria quer cercear os Conselhos Profissionais do País, mas se isso acontecer, quem vai fiscalizar os profissionais? Quem vai garantir os direitos da sociedade? Por isso não podemos deixar que esta PEC passe do jeito em que se encontra hoje” e continuou a gestão que se inicia estará alerta e atuante, como sempre foi à tradição da ASCOP.
AUTORIDADES PRESENTES
Além daquelas já citadas no texto, registramos também a
presença do ex-presidente da ASCOP, Adriano Marrocos; Do presidente do Conselho
Regional de Contabilidade (CRC), Daniel Chaves Fernandes; Presidente do
Conselho Regional de Odontologia (CRO), Marco Antônio dos Santos; Representante
do deputado Martins Machado (PRB); entre outros.
CONHEÇA OS MEMBROS DA DIRETORIA DA ASCOP (2020 / 2021)
GERALDO FRANCISCO DO NASCIMENTO – assumiu o cargo de Presidente do Conselho Regional dos Corretores de Imóveis da 8ª Região do Distrito Federal (CRECI/DF) no dia 02 de Janeiro de 2019. Geraldo é Corretor de Imóveis desde 1975; em 2003 formou-se em Gestão Imobiliária, foi conselheiro do CRECI/DF (1994-2009); presidente do SINDIMÓVEIS/DF (2010 – 2018); vice-presidente Centro-Oeste da FENACI (2010-2018); autor de vários projetos de lei em favor da categoria.
GILCILENE MARIA DOS SANTOS EL CHAER – Presidente do Conselho Regional
de Farmácia (CRF) farmacêutica Bioquímica, formada pela UFG, especialista em
Citologia Clínica, Análises Clínicas, Mestre em medicina Tropical e Doutora em
Ciências médicas pela UNB. Concursada da SES-DF foi uma das fundadoras ESCS.
Professora reconhecida e homenageada em todas as turmas a qual ministrou aulas,
recebeu por duas vezes a comenda do mérito farmacêutico do DF, a ultima em
2014, e atualmente dia 28 de janeiro de 2016 a comenda do mérito farmacêutico
concedida pelo Conselho Federal de Farmácia.
RENATO PEDREIRO
MIGUEL – Presidente do Conselho de Biomedicina da 3ª Região (CRBM3);Biomédico graduado pela Universidade Católica de Goiás (atual Pontifíca
Universidade Católica PUC-GO); Pós-graduado em Imunologia pelo Instituto de
Patologia Tropical e Saúde Pública (Iptsp), da Universidade Federal de Goiás
(UFG); Pós-graduado em Citologia pelo Centro Universitário Barão de Mauá, em
Ribeirão Preto (SP); Biomédico da Secretaria Estadual de Saúde (SES), de Goiás,
desde 1992.
UDENIR DE OLIVEIRA SILVA – Presidente do Conselho Regional de
Administração (CRA), graduado em administração com habilitação em comercio
exterior pelo Uniao Educacional de Brasilia(2006). Atualmente é Gerente
Regional da SERASA S/A e conselheiro do Conselho Regional de Administração do
DF. Tem experiência na área de Administração, com ênfase em Administração de
Empresas.
MARCOS WESLEY DE SOUSA FEITOSA – Presidente do Conselho Regional de
Enfermagem (COREN), gestão 2018-2020, Chefe de enfermagem da Emergência da
Câmara dos Deputados e sócio fundador do Preparatório Enfoco Saúde. Tem grande
experiência na docência e na assistência hospitalar. Possui licenciatura em História,
bacharelado em Enfermagem, pós-graduado em Docência do Ensino Superior e
especialista em Farmacologia Clínica pela Universidade de Brasília – UnB.
Aprovado e nomeado em 6 concursos públicos, dentre eles MPU, HUB, SES-DF e
Câmara dos Deputados. Professor de curso técnico, superior e preparatórios de
enfermagem desde 2006.
CÉSAR AUGUSTO MOREIRA BERGO: Presidente do Conselho Regional de Economia (CORECON) professor de mercado financeiro em cursos de pós-graduação universitária e com experiência de mais de 30 anos no mercado financeiro e de capitais. Mestre em mercado de capitais, economista e sociólogo.
NICOLE CHRISTINE DE
AZEVEDO DA SILVA – Vice Presidente
do Conselho Regional de Educação Física da 7ª Região – CREF7. (aguardando informações)
ANTONIO CARLOS LAGO – Presidente do Conselho Regional de Relações Públicas da 6ª Região – CONRERP 6ª Região. ). (aguardando informações)
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FÁBIO LIMA CORDEIRO – Conselho Regional de Biblioteconomia da 1ª Região (CRB1), graduado em Biblioteconomia pela Universidade de Brasília (2001) e graduação em Direito pelo Instituto de Educação Superior de Brasília (2014). Atualmente é Analista em Gestão da Informação da Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária. Tem experiência na área de Administração, com ênfase em Gestão do Conhecimento, atuando principalmente nos seguintes temas: informação em saúde pública, informação técnico-científica em agricultura, cooperação internacional, pesquisas de prospecção tecnológica em bases de dados e administração pública.
FELIPE MUSARDO FIRMINO – Delegado em Brasília do Conselho Regional de Biologia da 4ª Região– (CRBIO4). Possui graduação em Ciências Biológicas, Especialização em Patologia Clínicas, Especialização em assuntos regulatórios e registros de produtos na Anvisa, Ensino Profissional de nível técnico. Auxiliar e técnico em laboratório-(Patologia Clínica) .Delegado do Conselho Regional De Biologia(CrBio04)
Mesmo com taxas de juros próximas a 1% ao mês — bem mais baixas do que as praticadas em outras linhas de crédito —, o empréstimo em que o imóvel é dado como garantia ainda é pouco utilizado pelos consumidores no Brasil. O medo de perder a casa própria e os custos operacionais envolvidos na operação são fatores que contribuem para afastar clientes em potencial. O sistema — conhecido como home equity — é mais indicado para dívidas com valores mais altos e com pagamento de longo prazo, como investimentos em pequenos negócios, financiamentos educacionais, viagens etc. Mas, na prática, os bancos o oferecem como modalidade de crédito pessoal. Segundo especialistas, as taxas são inferiores às cobradas em quaisquer operações de crédito do país.
Além de discussões dentro do Banco Central (BC) e da Secretaria de Política Econômica, do Ministério da Fazenda, para mudanças no marco regulatório, possibilitando a expansão do modelo, os bancos estão lançando novos produtos para atrair a clientela. Um dos modelos disponíveis prevê que vendedores de imóveis usados recebam antecipadamente 40% do valor do bem.
O sistema é uma parceira da Brasil Brokers com o Banco Inter. O proprietário pode usar os recursos para pagar dívidas ou iniciar um negócio. Quando a unidade é comercializada, o vendedor paga a antecipação que foi feita. Se o negócio é fechado em seis meses, o vendedor não paga taxa de remuneração ao banco. Em prazos maiores, o proprietário da unidade passa a pagar 1% ao mês.
— Os consumidores não vão encontrar nenhuma taxa de juros menor. A do cheque especial é muito cara, de até 8% ao mês. É um absurdo, o custo é elevadíssimo. Depois de muitos anos com inflação e taxa de juros alta, o brasileiro se acostumou ao crédito de curto prazo e mais caro. Além disso, muita gente desconhece que existe esta linha de crédito, além da burocracia e do custo de cartório — avaliou Sérgio Cano, professor da Fundação Getulio Vargas (FGV).
Os empréstimos com garantia são mais baratos do que as linhas sem nenhum tipo de cobertura real. Para José Carlos Martins, presidente Câmara Brasileira da Indústria da Construção (CBIC), hoje os imóveis são subaproveitados como fonte de liquidez.
— A proposta aumentaria a oferta de crédito e reduziria o custo — ressaltou Martins.
A destinação dos recursos captados pelos consumidores não é requisito para a obtenção do crédito:
— Uma das vantagens do crédito com garantia de imóvel é que seu uso é livre, ou seja, os clientes podem destinar o dinheiro da forma que preferirem e de acordo com as suas necessidades. O crédito pode ser usado para realizar projetos, como a abertura de um negócio ou a reforma de um imóvel. Pode ser ainda a opção ideal para novos investimentos e, especialmente, para a quitação de dívidas mais caras — disse Cristiane Magalhães, diretora do Itaú Unibanco.
Em caso de inadimplência, a retomada de um imóvel pelo banco que concedeu o financiamento é relativamente simples, porque se trata de um contrato de alienação fiduciária do bem. Filipe Pires, professor de Finanças do Ibmec, alerta para os cuidados ao se tomar um empréstimo.
— Pode ser uma boa oportunidade para pessoas que tenham consciência dos custos e tenham tudo muito bem planejado — disse ele: — Caso contrário, há o risco de a pessoa apenas ficar endividada e perder a casa.
Burocracia impede expansão
Um dos principais entraves para a popularização da modalidade é a burocracia envolvida na operação e o custo de cartório. Ao solicitar o crédito, o tomador deve pagar pela avaliação do valor do imóvel. Depois de aprovado o financiamento, ele deve arcar com custos de averbação da alienação do bem ao banco no Cartório de Registro de Imóveis e pagar as taxas cartorárias, o que pode encarecer a operação.
— Por que não roda muito bem? É o custo do cartório, mesmo problema que temos hoje com portabilidade (do financiamento imobiliário). Hoje, você faz a simulação para contratar R$ 100 mil e descobre que precisa pagar R$ 5 mil no cartório — exemplificou José Carlos Martins.
Uma das propostas em estudo pelo Banco Central é a criação de uma central de garantias imobiliárias, que ficaria responsável por sinalizar aos bancos o valor dos ativos que um cliente poderia dar em contrapartida de um empréstimo. O modelo permitirá que um mesmo imóvel seja dado como garantia em mais de uma operação de crédito, o que hoje é vedado pela lei de alienação fiduciária. O sistema em análise prevê que o ativo seja alienado para essa central que fará o gerenciamento do patrimônio. Segundo fontes, pelo menos três empresas do mercado já demonstraram interesse.
Veja as condições em cada banco:
Caixa Econômica Federal
A Caixa oferece a contratação de crédito pessoal, concedido mediante a alienação fiduciária do bem imóvel dado em garantia da operação. O valor do empréstimo varia de R$ 20 mil a 50% do valor do imóvel, dependendo da capacidade de pagamento e relacionamento com a Caixa. O prazo de pagamento é de até 240 meses. As prestações são mensais e descontadas automaticamente da conta-corrente.
Banco do Brasil
O BB empresta com destinação livre do uso do dinheiro (“gaste como quiser”). A taxa é a partir de 0,94% ao mês, e o prazo de até 240 meses, com até 89 dias para o pagamento da primeira parcela. A renda mensal mínima exigida é de R$ 4 mil. O valor mínimo de empréstimo é a partir de R$ 35 mil.
Santander
O Santander oferece taxas de 0,94% ao mês. Para contratar o financiamento, o cliente tem que utilizar como garantia um imóvel quitado (próprio ou de terceiros), residencial ou comercial, com valor a partir de R$ 70 mil. A linha de crédito pode ficar entre R$ 30 mil e R$ 2 milhões, limitada a 60% da cotação de avaliação do imóvel. O prazo de pagamento é de um ano a 20 anos, em parcelas fixas. O banco permite o financiamento da tarifa de avaliação de garantia do imóvel e do Imposto sobre Operações Financeiras – IOF (que podem ser embutidos nas mensalidades), além de uma parcela sem pagar por ano (pula parcela). É permitido ao cliente compor renda com mais uma pessoa.
Itaú Unibanco
O banco tem taxas de juros: a partir de 1,08% ao mês mais Taxa Referencial (TR), variando de acordo com o perfil do cliente e o relacionamento com o banco. O prazo de pagamento é de até dez anos, e o empréstimo é de até 60% do valor do imóvel. É necessário ser correntista do banco para contratar o produto e ter um imóvel quitado.
Bradesco
O Bradesco oferece o crédito parcelado com prazo de até 180 meses e percentual máximo de financiamento de até 60% sobre o valor de avaliação do imóvel. As taxas são a partir de 0,99% ao mês, dependendo do perfil do cliente. O banco tem nesta carteira quase 15 mil contratos ativos.
Banco Inter
A instituição oferece crédito com garantia de imóvel, com empréstimos de até 50% do valor do bem, taxa prefixada de 1% ao mês e 84 meses para pagar.
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